Eles Querem Voltar

Abril 25, 2009

Santana Lopes: «Não damos boleias a ninguém»

Fonte:  www.iol.pt  16-04-2008t 

O líder parlamentar social-democrata, Pedro Santana Lopes, afirmou esta quarta-feira que o PSD não propôs coligações nem «dar boleia a ninguém», numa resposta a declarações do presidente do CDS-PP, que rejeitou voltar ao poder «à primeira esquina», noticia a agência Lusa. Aproveitando o final do debate parlamentar sobre a lei do divórcio proposta pelo PS, o ex-primeiro-ministro Santana Lopes respondeu aos recados que o seu antigo parceiro de governo PSD/CDS-PP Paulo Portas deixou aos sociais-democratas nas jornadas parlamentares do CDS-PP, que terminaram terça-feira. «Apesar das declarações ontem [terça-feira] do senhor deputado Paulo Portas, nós não andamos de facto a reboque de ninguém, não propusemos coligações a ninguém, não propusemos dar boleia a ninguém», afirmou Santana Lopes. Em tom irónico, Santana Lopes disse que «seriam precisas muitas viaturas para darem boleia» ao PSD. «Aliás, nós não caberíamos noutras viaturas. Seriam precisas muitas para nos darem boleia ou para fazerem coligações connosco», disse. «Por isso mesmo, vamos por nós próprios, de cabeça erguida e orgulhosos dos nossos princípios, valores e da nossa responsabilidade para com os nossos eleitores», acrescentou. Paulo Portas tinha assumido terça-feira o objectivo de «tirar a maioria absoluta ao PS» nas próximas legislativas e avisou que os democratas-cristãos não estão disponíveis para ser poder «à primeira esquina». «Quando decidi candidatar-me à presidência CDS fui muito claro. A prioridade do CDS é crescer. Não estamos à espera da boleia de ninguém nem estamos para dar boleia a ninguém. O país precisa de uma direita mais forte e o CDS é muito diferente do PSD», afirmou.

Anúncios

Fevereiro 5, 2009

CDS-PP e PSD negoceiam coligação para Lisboa

Via Público:

A assembleia concelhia do CDS-PP/Lisboa aprovou ontem à noite, por 73 por cento dos votos, o início das conversações com o PSD para formalizar uma coligação com os sociais-democratas nas autárquicas na capital.

De acordo com o presidente da mesa daquele órgão, João Rebelo, 117 militantes votaram a favor, 73 por cento, enquanto 41 militantes votaram contra, 25 por cento, e registaram-se duas abstenções.

A deliberação hoje aprovada mandata as estruturas concelhia e distrital de Lisboa para dar início às conversações com o PSD, cuja candidatura é liderada por Pedro Santana Lopes, e propõe que o diálogo “seja aberto a outras forças políticas e da sociedade civil com vista a uma candidatura única”.

Em declarações aos jornalistas, o coordenador autárquico do CDS-PP, Hélder Amaral disse estar convicto de que do lado do PSD “também há vontade” para que democratas-cristãos e sociais-democratas concorram juntos nas próximas autárquicas em Lisboa.

“É preferível um governo de direita, seja no País, seja nas autarquias, (…) e o CDS é fundamental para uma vitória” no Concelho, defendeu, considerando que “Lisboa não está bem” com a governação do socialista António Costa.

O dirigente afirmou que existe “uma boa relação entre as duas estruturas” locais e disse que as conversações com os sociais-democratas começarão “o mais depressa possível”.

Preferindo que o CDS-PP concorresse em listas próprias em Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, do movimento “Alternativa e Responsabilidade” e conselheiro nacional, defendeu que “é hora de respeitar a decisão” da maioria.

No entanto, frisou, “há muita gente que não se revê” na candidatura liderada por Pedro Santana Lopes.

“Há uma decisão e há responsabilidades, vamos ver os resultados, que esperamos que sejam bons”, afirmou.

A deliberação estabelece ainda “a base programática” do CDS-PP, fixando sete prioridades: a reorganização administrativa municipal, a segurança, a habitação e reabilitação urbana, a mobilidade, o espaço público, ambiente e espaços verdes, acção social.

PSD regista de “forma positiva” decisão do CDS/PP sobre coligação em Lisboa

Já hoje, o presidente da distrital do PSD Lisboa, Carlos Carreiras, disse ter registado de “forma positiva” a decisão da assembleia concelhia do CDS-PP/Lisboa de iniciar as conversações com o PSD para formalizar uma coligação às autárquicas.

“Registamos de forma positiva a decisão que o CDS/PP tomou no sentido de apoiar a candidatura de Pedro Santana Lopes à câmara municipal de Lisboa e da forma expressiva em termos de votação como o fez”, disse Carlos Carreiras à Lusa.

O presidente da distrital do PSD justificou ainda a satisfação do partido por o projecto do CDS/PP ser “confluente” com o do PSD.

A intenção do CDS/PP “é confluente com a nossa perspectiva de aprofundar um programa que relance e desenvolva a cidade de Lisboa”, disse Carlos Carreiras.

Para o social-democrata Lisboa “está completamente estagnada” com a “maioria socialista que não tem nenhum projecto e nenhuma estratégia”, mostrando uma “profunda desorientação de como resolver os problemas de Lisboa”.

Julho 9, 2008

Paulo Portas no seu melhor

Filed under: CDS-PP, Paulo Portas — Etiquetas:, , , , , — info @ 5:56 pm

Paulo Portas afirma a pés juntos que não pretende ser ministro, a política não o seduz… Declaração curiosa…

ver vídeo nestes link:

http://www.youtube.com/watch?v=OSFQnzoZYN0

Refere ainda no vídeo, ser ministro do mar é um pouco vago… Talvez seja por isso que se assustou uns anos mais tarde na cerimónia em que tomou posse como ministro…

ver vídeo neste link:

http://www.youtube.com/watch?v=dh6teNursh8

Julho 6, 2008

Portas quer, Manuela Ferreira Leite aprova, o Estado paga

Quem não se lembra de uma das primeiras decisões de Paulo Portas, ministro da defesa do Governo de Durão Barroso, em que Manuela Ferreira Leite era ministra das finanças?

A decisão de Paulo Portas passou por definir como residência oficial do Ministro da Defesa o forte de São Julião da Barra. Uma decisão inédita no Portugal Democrático… Para além de ser o único ministro a ver satisfeito este capricho, decisão eticamente questionável numa época em que o País vivia maus dias… As despesas de manutenção e despesas de remodelação, decoração ficaram no segredo dos Deuses…

Quem não questinou esta decisão foi Manuela Ferreira Leite, que tinha anunciado gerir as finanças de Portugal com rigor e viu naquela despesa, um gasto essencial para o bem estar de Paulo Portas… perdão… do País…. Uma despesa prioritária para Paulo Portas… perdão… para o País…

Até hoje não lhe são conhecidas  palavras de condenação de tal decisão do seu parceiro de Governo.

Será que veremos nesta campanha eleitoral, em algum debate Portas-Manuela Ferreira Leite, as “comadres” a zangarem-se e a saberem-se algumas verdades da governação de então?

O tempo o dirá… 🙂

Esta ideia para o meu segundo post surgiu-me esta semana ao ler um comentário sobre este assunto no Jornal Expresso. Dizia mais ou menos o seguinte:

Pq é que a Dra Manuela Ferreira Leite, sendo uma pessoa tão rigorosa, não achou, no tempo em que era ministra das finanças do Dr. Durão Barroso e Paulo Portas ministro da defesa, não achou uma despesa superfula para o orçamento de estado que tão mal estava, paulo portas dar-se ao capricho de ir viver para o forte de são julião da barra, com todas as despesas inerentes à manutenção diária daquele palacete para lá estar uma única pessoa a viver… das despesas da redecoração do forte… e disso tudo?

pelo q li nenhum ministro da defesa alguma vez tinha exigido tal capricho…
pelo que li, o orçamento gerido por Manuela Ferreira Leite, achava esta despesa essencial para o bem estar de Paulo Portas..

VER MAIS EM:
http://paisrelativo.blogspot.com/2004_11_01_archive.html#110114608097782085

http://sentinelaalerta.weblog.com.pt/arquivo/2003_09.html#008011

acho engraçada esta passagem…

Ultimamente, as más línguas dizem que foi Helena Sacadura quem lhe decorou o Forte de São Julião da Barra (residência oficial do ministro da Defesa). Portas desmente: «Se a minha mãe tivesse ajudado, isto tinha muito melhor aspecto». Onde a mãe parece ter ajudado foi nas dietas: «Helena Sacadura divulga dietas que fez para o ministro Paulo Portas» (título da Caras, 20 de Novembro).

Site no WordPress.com.